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Quem nos julga?

  • Foto do escritor: marciaporcher.mp
    marciaporcher.mp
  • há 2 dias
  • 1 min de leitura

Tenho pensado muito sobre como nossas decisões e escolhas pessoais impactam na vida das outras pessoas. Quase nada! Esta é a conclusão a que cheguei. Às vezes, supervalorizamos o olhar e a opinião dos outros sobre nossas ações.  Mas as pessoas não estão preocupadas conosco. Elas também precisam lidar, diariamente, com suas próprias batalhas. Imaginar que nossas decisões pessoais possam gerar reflexos e julgamentos alheios, é, na verdade, superestimar nossa importância no contexto tão vasto em que vivemos. Estamos todos tentando entender a vida, aceitar e enfrentar os desafios diários.  O impacto das nossas decisões está restrito a nós e ao nosso círculo familiar próximo.  É isso. Todo o resto é imaginação.


               Esta reflexão também me fez perceber que perdemos muito tempo na vida ao deixar de fazer algumas coisas por medo da repercussão que nós imaginamos causar. Ela não existe. Se causar alguma reverberação, logo passa. As pessoas mudam o foco muito rapidamente, não se aprofundam em críticas ou julgamentos. Na verdade, nossos maiores julgadores somos nós mesmos. No afã de justificar o que fazemos ou não fazemos, acreditamos estar preocupados com a opinião dos outros. Mas o maior julgamento está em nós.


        Nossas escolhas, na grande maioria das vezes, dizem respeito somente a nós. Se escolhemos errado, temos que arcar com as consequências. Se acertamos, colhemos os frutos da boa escolha. Somos um entre tantos, em busca do melhor caminho. Sejamos cautelosos e dedicados em fazer-nos felizes e, assim, estarmos em harmonia com todos.



Nana Bernardes

 
 
 

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